quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Sonegação no Brasil é 20 vezes maior que gasto com Bolsa Família

Brasília - A sonegação no Brasil é 20 vezes maior do que o valor gasto com o Programa Bolsa Família. O cálculo é do Sindicato Nacional dos Procuradores
da Fazenda Nacional (Sinprofaz), que volta a exibir nesta quarta-feira, em Brasília, o Sonegômetro, para mostrar os prejuízos que o País tem com a sonegação. O placar online indica que a sonegação fiscal no Brasil está prestes a ultrapassar a casa dos R$ 400 bilhões. Desenvolvido pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), o Sonegômetro apresenta, em tempo real, o quanto o País deixa de arrecadar todos os dias. Para o presidente do Sinprofaz, Heráclio
Camargo, a sonegação caminha em conjunto com a corrupção. “A sonegação e a corrupção caminham juntas porque a corrupção precisa do dinheiro da sonegação para financiar as campanhas de políticos inescrupulosos e fomentar o círculo vicioso da lavagem de dinheiro”, disse. “Infelizmente, o Brasil é leniente”, ressaltou Camargo, porque permite a inscrição, com o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), de empresas localizadas em paraísos fiscais. Segundo o presidente do Sinprofaz, basta procurar em todos os jornais, em notícias recentes e em todas as operações da Polícia Federal. “É só observar que, em todos os mensalões de todos os partidos, usam-se mecanismos sofisticados de lavagem de dinheiro, e o governo federal não muda essa sistemática de permitir que empresas instaladas em paraísos fiscais sejam donas de hotéis, de restaurantes. São negócios que têm uma fachada lícita, mas muitos deles servem para lavar dinheiro”, reclamou. Nos cálculos feitos por Camargo, R$ 400 bilhões representam aproximadamente 10% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riqueza produzidas no País) e 25% do que é arrecadado.É 20 vezes mais do que se gasta com o Bolsa Família. De acordo com Camargo, mesmo com os questionamentos sobre esse programa, ele é benéfico para a economia, pois os recursos dele criam um circulo “virtuoso” da economia local. “Imagine se pegássemos 20 vezes esse valor e investíssemos em saneamento básico, na melhoria dos salário dos professores e na estruturação das carreiras de Estado. Seria um outro país, com R$ 400 bilhões a mais do que temos agora.” Isso sem contar os valores da dívida ativa, que está em R$ 1,4 trilhão, acrescentou Heráclio. Ele destacou que os procuradores sequer têm um servidor de apoio por procurador, enquanto os juízes têm de 15 a 20 servidores. “Os culpados pelo sucateamento da Procuradoria da Fazenda Nacional são o Ministério da Fazenda e a Advocacia-Geral da União.” Para ele, é importante que a sociedade cobre, pois existem 300 vagas em aberto para a carreira de procurador e não há, também, carreira de apoio para combater o que ele considera "sonegação brutal" [R$ 400 bilhões] e tentar arrecadar melhor essa dívida de R$ 1,4 trilhão. “São quase R$ 2 trilhões que estão aí para ser cobrados, e o governo pune os mais pobres e a classe média com uma tributação indireta alta e, notadamente, com a contrapartida baixa que é dada pelo Estado brasileiro, afirmou.

Sonegação no Brasil é 20 vezes maior que gasto com Bolsa Família

Brasília - A sonegação no Brasil é 20 vezes maior do que o valor gasto com o Programa Bolsa Família. O cálculo é do Sindicato Nacional dos Procuradores
da Fazenda Nacional (Sinprofaz), que volta a exibir nesta quarta-feira, em Brasília, o Sonegômetro, para mostrar os prejuízos que o País tem com a sonegação. O placar online indica que a sonegação fiscal no Brasil está prestes a ultrapassar a casa dos R$ 400 bilhões. Desenvolvido pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), o Sonegômetro apresenta, em tempo real, o quanto o País deixa de arrecadar todos os dias. Para o presidente do Sinprofaz, Heráclio

Depois de sentir dores estomacais, idosa descobre que estava grávida há 40 anos

Depois de sentir dores estomacais, idosa descobre que estava grávida há 40 anos
feira (09) em Bogotá, na Colômbia. Uma senhora de 82 anos de idade se queixou de dores abdominais e resolveu procurar os médicos para tentar confirmar o que ela pensava se tratar de gastroenterite. Mas o curioso foi que os médicos do Hospital Tunjuelito, em Bogotá, na Colômbia, descobriram que na verdade a mulher tinha litopédio raro - ou o bebê de pedra – dentro de sua barriga.

Depois de sentir dores estomacais, idosa descobre que estava grávida há 40 anos

Depois de sentir dores estomacais, idosa descobre que estava grávida há 40 anos
feira (09) em Bogotá, na Colômbia. Uma senhora de 82 anos de idade se queixou de dores abdominais e resolveu procurar os médicos para tentar confirmar o que ela pensava se tratar de gastroenterite. Mas o curioso foi que os médicos do Hospital Tunjuelito, em Bogotá, na Colômbia, descobriram que na verdade a mulher tinha litopédio raro - ou o bebê de pedra – dentro de sua barriga.

Família brasileira achada morta nos EUA enfrentava problemas financeir

Estados Unidos - A família brasileira encontrada morta na própria casa em Lake Nona, em Orlando (EUA), enfrentava problemas financeiros. A informação é de Gerald Mastro, proprietário do imóvel de luxo alugado desde 2009 aos brasileiros, ao jornal americano Orlando Sentinel .
Aluguel do imóvel luxuoso em Orlando estava três meses atrasado, disse proprietário à publicação americana. Brasileiro era piloto da TAM, mas estava desempregado Mastro teria ido cobrar o valor de aluguéis atrasados e, ao tocar a campainha, reparou um cheiro forte que vinha de dentro da residência. Sem receber resposta dos chamados, o proprietário teria ligado para a polícia, que encontrou os corpos de Marcio Ferraz do Amaral, de 45 anos, sua mulher Cledione, de 34, e sua filha Wendy, de 10.
Como não encontraram qualquer sinal de arrombamento na casa, a polícia praticamente descartou a hipótese de um triplo homicídio. "Eles sempre foram muito bons. Sem problemas", disse Mastro. Segundo ele, nos últimos anos, Amaral e Cledione haviam sido bons inquilinos e pagaram sempre dentro do prazo. A situação começou a mudar em outubro. Mastro entrou em contato com o casal no início de novembro. Ele trocou e-mails com Cledione, que se desculpou pelo aluguel vencido. Ela prometeu pagar o mais rápido possível, mas não teria cumprido a promessa. Quando eles morreram, havia três meses de aluguéis atrasados. Desemprego Amaral estava desempregado havia alguns meses. Uma das hipóteses levantadas pela polícia é de um duplo assassinato seguido de suicídio, provocado pelo fato de ele não conseguir mais sustentar a família. O salário de Cledione ganhava em um parque da Disney, em Orlando, não seria suficiente para cobrir os gastos. Os dois teriam se conhecido na TAM, onde Amaral trabalhou como piloto e Cledione como comissária, antes de se mudarem para os Estados Unidos. A TAM confirmou que Amaral fez parte da equipe de pilotos da companhia e se desligou há mais de cinco anos, mas não conseguiu informar se Cledione trabalhou na empresa. Itamaraty As mortes foram confirmadas pelo Itamaraty, mas o Ministério das Relações Exteriores não revela detalhes das investigações. Os parentes dos mortos, que moram em Formosa, interior de Goiás, procuraram o Itamaraty para pedir apoio. O órgão afirma que acionou o consulado brasileiro em Miami, que está acompanhando o caso e servindo de intermediário entre os parentes dos mortos e as autoridades policiais americanas. A polícia do Condado de Orange aguarda a identificação oficial dos corpos para liberá-los. A responsabilidade do translado ao Brasil, de acordo com o Itamaraty, é da família.

Família brasileira achada morta nos EUA enfrentava problemas financeir

Estados Unidos - A família brasileira encontrada morta na própria casa em Lake Nona, em Orlando (EUA), enfrentava problemas financeiros. A informação é de Gerald Mastro, proprietário do imóvel de luxo alugado desde 2009 aos brasileiros, ao jornal americano Orlando Sentinel .
Aluguel do imóvel luxuoso em Orlando estava três meses atrasado, disse proprietário à publicação americana. Brasileiro era piloto da TAM, mas estava desempregado Mastro teria ido cobrar o valor de aluguéis atrasados e, ao tocar a campainha, reparou um cheiro forte que vinha de dentro da residência. Sem receber resposta dos chamados, o proprietário teria ligado para a polícia, que encontrou os corpos de Marcio Ferraz do Amaral, de 45 anos, sua mulher Cledione, de 34, e sua filha Wendy, de 10.